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Transmissão de doenças por insetos

23/11/15 20:20

CERCA DE 40 anos atrás, pensava-se que as doenças mais comuns transmitidas por insetos — como a malária, a febre amarela e a dengue — haviam sido praticamente erradicadas na maior parte do planeta. Mas então ocorreu o inesperado — elas voltaram!

Por quê? Uma das razões é que alguns dos insetos e os micróbios que eles alojam desenvolveram resistência a inseticidas e a medicamentos utilizados para controlá-los. Esse processo natural de adaptação foi estimulado não só pelo emprego excessivo de inseticidas como também pelo uso incorreto dos medicamentos. “Nas famílias pobres, é muito comum”, diz o livro Mosquito, “as pessoas comprarem o remédio, usarem apenas o suficiente para aliviar os sintomas e guardarem o restante para o próximo surto da doença”. Como o tratamento não foi concluído, os micróbios mais resistentes podem sobreviver no organismo e produzem uma nova geração de cepas imunes aos medicamentos.

Mudanças de clima
Um fator importante na volta das doenças transmitidas por insetos são as mudanças ocorridas no meio ambiente e na sociedade. Exemplo disso é a alteração global do clima. Alguns cientistas prevêem que o aquecimento global fará com que os insetos transmissores de doenças se propaguem em climas atualmente mais frios. Pelo visto, isso já está ocorrendo. O Dr. Paul R. Epstein, do Centro de Saúde e Meio Ambiente Global da Faculdade de Medicina de Harvard, diz: “Atualmente, há relatos da incidência de insetos e de doenças transmitidas por insetos (incluindo malária e dengue) em regiões mais elevadas da África, da Ásia e da América Latina.” Na Costa Rica, a dengue ultrapassou as barreiras montanhosas que até há pouco tempo restringiam a doença à costa do Pacífico, e agora afeta todo o país.

Mas os efeitos do aquecimento global não param aí. Em algumas regiões, a estiagem transforma rios em charcos, ao passo que em outras, chuvas e inundações deixam poças de águas paradas. Em ambos os casos, a água estagnada se torna um foco de proliferação de mosquitos. O aquecimento também abrevia o ciclo de reprodução desses insetos, acelerando sua multiplicação e fazendo com que proliferem por um período mais prolongado. O calor também torna os mosquitos mais ativos e eleva sua temperatura corporal, intensificando o ritmo de reprodução dos micróbios patogênicos neles alojados. Com isso, a probabilidade de infecção mediante uma única picada é muito maior. Mas existem ainda outras preocupações.

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